Quote 21 Aug 2 notes
Te vi sorrir.
E eu fora invadido por um sentimento tão quente.
Daqueles que sempre busco ao dormir.
Esse tempo está muito longe.
Do Seu amor quis ser um interprete fluente.
Lembra-se de seu olhar distante?
E de minhas palavras acalmadoras escorridas da boca de um monge?
Soluços como premiação por usares pesados casacos.
Nos teus lábios ouço o assobio do fracasso.
Cabelos ondulados e olhares apaixonados.
Confundem-se nos meus olhos com a neblina.
Aquele jovem do outro lado da rua está atrás de algo para entreter.
Algo que aumentará sua adrenalina.
Pode ser alguns tabletes de cocaína.
Acorde de seu monótono e diurno coma.
Estabelece-se em vigor com um copo quente de cafeína.
Somos a soma de um nada agradável sintoma…
E nenhum dos dois se deu conta…
Mas logo a conta chega e teremos que pagar.
Deixemos histórias e rugas nos enredos que poderiam nascer.
Punhos e bandeiras sobrevoam o ar.
Manifestantes leem manifestos poéticos de amores sintéticos…
Manifestam-se contra os efeitos do pós-trauma sinestésico.
Eles não querem perdas músicas e comidas favoritas.
Pelo assanhamento do assombramento do ex-amado.
Autoridades fazem promessas de que tudo vai acabar bem.
Mas carregamos o farde de nunca esquecer o alguém.
Vê-la assim,
Tão feliz.
Sem mim.
Faz-me pensar se algum dia terei lugar na terra do amar.
Alma desassossegada retém a si vitiligo pra quem já não aguarda.
Cartas banhadas não tem o endereço de nenhuma amada.
Já são novamente três horas manhã.
Vejo meu reflexo na navalha.
Pressinto a falha em mais uma nova batalha.
A minha desistência será a assistência de um rádio frequência.
Corte profundo.
Este vício cominou-se com a adaptação deste precipício…
O sangue cospe-se para fora de mim.
Manchando as paredes.
O aviador se desintegrou.
Naquele corpo,
Havia dor…
Não sou samurai.
Mas a cada dia que passa minha alma se esvai…
A tua ausência fez-me adquirir o haraquiri.
Enquanto para um copo de cerveja você ri…
A autoestima encontra-se cinza.
A carne está em cinzas de quem fui.
Queimado, apavorado e decapitado.
As estimativas estipulam que mais de mil suicidas ganharam o desprezo ao invés de uma simples ajuda…
— Haraquiri, Pierrot Ruivo
Quote 20 Aug 94 notes
Socializar.
Socialista.
Sustentabilidade.
S.O.S
-Fingir-
Amar.
Sócrates.
Tetra campeão.
Ponto final.
Ponto de encontro.
Marca-passos.
Contando cada posso em uma das mãos.
Estressado.
Engessado.
Embriagado.
Sorriso.
Beijo doce como sorvete.
Abandono de absorventes.
Bebê a bordo.
Pré-natal.
Como eu adoro.
Socorro.
Pronto- socorro.
Novos sorrisos.
Detalhes precisos.
Preciosa.
Joia rara.
Desobediência.
Castigo com veemência…
Sobremesas.
Abraços.
Remédios e médicos.
Luto e fruto.
Terra boa banhando um caixão escuro…
Surdez e mudez.
Um pouco de fumo.
Nudez.
Sexo.
Vida curta para uma noite interminável…
Sobrevoar.
Aterrissar.
Aterrorizar
Memorizar.
Morrer.
Viver.
Morrer mais e viver além…
E quem sabe,
No novo caminho encontrar alguém.
Amar e abrigar.
Garranchos.
Poesia.
Retratos.
Retalhos.
Recluso.
Resistência.
Cura?
Desambiguação na loucura.
Fatalidade.
Finalidade.
Socorro.
Pronto-socorro.
Dores amenizadas pelas belas flores.
Internação
Interna rebelião.
(Fim de Transmissão)
— As Faces e Fases De Uma Vida Monótona, Pierrot Ruivo
Quote 19 Aug
Meu bem querer,
Não trates-me assim.
Tenha uma boa consideração diante de mim.
Não inventes mais uma antiga desculpa desta vez.
Estou a cuspir no chão os bolores de minhas dores.
A mim, não atire suas mágoas.
Tire somente as águas.
De todos os outros apenas um rosto esquecido.
O conselheiro quando é requerido.
Invada-me com teu olhar indevido.
Faça vistas grossas a este poeta endividado.
Não, não estou amargurado.
Estou explodindo.
Ao invés de implodir…
Eu sobrevivo de rápidos casos imorais.
Tenho alguns frouxos laços, adepto por lapsos convencionais.
A tintura do teu cabelo está fraca.
Meu bem apenas seja franca,
Tu se lembras da hora que nunca passava?
Lembras-se de como eu era um arqueólogo a desvendar suas sardas?
Branca como eu e a neve.
Sempre me fiz presente, mas você distanciava-se e dizia que tudo era tão breve.
Que em ti não existiria espaços para um amor leve.
Sobram apenas mutilações, flores e o caos.
Tornei-me uma naufragada nau.
Do amor estou a manter uma segura distância.
Vesti-me de militante e a ele declarei greve.
Do pouco de nós, o que você guardou como boa lembrança?
Inconstância perante a irrelevância.
Tu sabes qual de nós fica com cada papel?
Pois eu não.
Depois de ti, adquiri as mil vontades do haraquiri.
A vertigem veio visitar-me e junto, trouxe uma companhia nada agradável, sim seu amado fel…
Teus olhos me rasgam o peito.
Tu fora minha ruiva artificial e eu fora o preceito de teu pior erro…
Não veja-me como um marginal.
Apenas mais um que lhe quer.
Pare de bancar a investigadora criminal.
Confia.
Sorria.
E divirta-se.
Para meus erros de grafia…
— De Todas As Coisas Que Preciso Dizer Por Hoje Essa Se sobressaiu Sobre As Demais  - Pierrot Ruivo
Quote 18 Aug 11 notes
Toca-me e sentir-me-á gélido, o peito, as mãos, até mesmo meu olhar, estará seco, não adiantas traçar causas e laudas. Há muito mais abaixo da terra que tu podes perceber, o que tu vês, és apenas a ponta de um enorme iceberg. O que está visível a olho nu, são apenas o topo de mim, lascas de toda uma estrutura voltada-se para além de tua compreensão. Venha até mim, perfure está grossa geleira e terás o mais doce dos seres, desarma-me e ganharas o meu amar. O redor de mim pode ser frio, mas em meu interior residem chamas que precisam ser instigadas a liberdade. Teu subúrbio não é tão perigoso como estas palavras que tenho aqui, a violência acaba, tu podes ser morto por ela, mas não como minhas palavras, elas apenas fazem-te cortes, para tu sangrar um pouco, mas não te preocupes, tu não irás definhar-se, apenas colecionará cicatrizes na alma, desde já lhe aviso, elas não irão cicatrizar. Em mim escondo segredos e desejos, alguns fósseis de quem fui e jamais voltarei a ser. Cuidado aonde pisas, o chão pode se partir. Sou apenas a ponta de um enorme iceberg, nem eu mesmo sei a real proporção do tamanho de mim, sei apenas do que sou o resto está a cargo dos outros heterônimos, órfãos e sem algum nome. Altares a mim nunca serão construídos, não fora feito para ser a imagem modulada para teu prazer, um simples servo a escrever para lhe agradar. Independentemente do que você dizer eu seguirei a escrever, serei um quarto da sua fajuta e desgovernada religião, mas tu nunca admitirás isso em voz alta, sei que deseja-me em segredo, sei que tu queres que eu seja o seu segredo. Torces para que o cúpido faça tua vontade. O laico Estado não podes lhe proteger. Ele é tão neutro quanto ti a cerca das questões que lhe cerca. Sou cria da natureza, o teu muro de lamentações, pulsante e pichado por lágrimas e unhas que no vão desespero tentaram-me cavar-me e descobrir a diabetes que reside em minhas veias. Do pó da destruição em massa são erguidos novos monumentos em nome de um abandono vício, mas o grande vício de fato é falar a respeito, destruir os futuros eleitos de um solo gélido e desgovernado, caminhando ao precipício, em largas passadas.
— Iceberg, Pierrot Ruivo
Quote 17 Aug 30 notes
Tudo que posso fazer é me despedir.
Passar chaves e trançar cadeados.
A palavra, não sei como medir.
É tudo em um vão desespero.
Talvez esse seja mesmo o tempero.
Que faz-me pertencer a mim.
O eterno desprender de ti.
Eu sou este elo, que elege você como amor meu.
A quem deixo livre a voar.
Apenas amo-lhe da forma mais ingênua e terna que os homens contemplam…
Retenho por você este amor desmedido.
Mas quieto permaneço.
Não dei-me por vencido.
Por agora, estou impedido.
Sei o destino, mas não arrisco-me a sobrevoá-lo.
Descasco um falso amparo.
Desenterro a mim mesmo desta cova.
Ainda há muitas provas.
Destempero ao meu temperamento.
Sem belo, sem encantos.
Isto aos teus olhos é o pior dos desencantos.
Somos um confuso desencontro.
Desatino.
E por algumas vezes inconsequentes.
Em algum tempo serei fluente.
Em todas as situações opostas que batem de frente para as populares apostas…
Abraços mornos trazem a tona os nossos desentendimentos.
Estou a exibir-me no tronco do mundo, esperando a hora do leilão.
Tu não poderá angariar-me ao teu controle.
Fortunas não podem me conquistar.
Não importa-me se são trezentos ou quatrocentos.
Meu preço é outro.
Para alguns ele é ouro.
Nem mais e nem menos.
Exatamente isso.
Se fores para alavancar algo.
Que seja as condições de seu amar.
Desmorono.
Ao iminente parir de um abandono…
Ninguém poderá calar este menino destemido.
¡No pasarán! ¡No pasarán!
Dentes afiados amassam ternos de fino corte.
Teu destilado desprende-lhe da realidade e destina notas desconcertantes com comentários insinuantes…
O teu vestido lhe apertava e deixava-lhe ofegante.
Enquanto distribuías breves beijos, deixavas escapar algumas promessas lisas.
Tu mal podes perceber que era tudo fruto de seu desejo.
Mas e agora, qual conto irá cantarolar,
Se a tua favorita estrela se suicidou.
E o teu herói renunciou?
Desarma-te dos escudos e respira.
Inspira.
E finalmente sinta…
— Transbordar-se, Pierrot Ruivo
Quote 16 Aug 1 note

Senhor Melancolia
Traga-me de volta aquele bom sonho
Entupa-me de endorfina
“Deixai para depois este talhar na madeira, moço tristonho”

Senhor Melancolia
Presentei-me com doces lábios e trevos
Boas novas com a endoscopia
Vejo maré alta e predestino alguns beijos…

Senhor Melancolia
Teça a sua teia, uma nova armadilha perfeita
De pétala em pétala, encontro-me no bem me quer
As antigas amantes tem um novo passatempo, pra elas sou um qualquer

Senhor Melancolia
Silhueta dela não lhe agrada mais
Ninguém quer permanecer na confusa e serena contradição
A tua plastificação, eu tenho alergia…

Senhor Melancolia
Satélites rodopiam ao redor de ti
Sorria para esta indesejada fotografia
Nenhuma das estrelas querem você, apenas pensam em si.

Senhor Melancolia
Está esperando que a folha falhe
Olhos atentos, sedentos por carne quente
Elabore a indiferença e na sua postura trabalhe

Senhor Melancolia
Sinto-me tão só
A minha música está afinada em dó
E a garganta seca de tanto engolir o pó

Senhor Melancolia
Tenho frases engasgadas e eu não sei por que
São tantas as coisas que planejei dizer
O vento encarregou-se de reanimar-me…

Senhor Melancolia
Agora, ela o mantém em segredo
Erro com cheiro de Álvares de Azevedo
Escravo em meio termo, sem ser explorado e a espera da carta de alforria…

Senhor Melancolia
As luzes da cidade são onde os vilões se engrandecem
Embaixo do holofote, não há como negar a vida, mesmo que tu sejas uma dama fria…
Para os heróis se torna o momento em que suas amadas os esquecem

Senhor Melancolia
O fundo do poço é onde ecoa cada posso de um decaído apóstolo
Tu és mais um corpo de um louco atirado ao esgoto
Surpresas e pressões transformaram-te em um apóstrofo…


Senhor Melancolia
Todos estão entediados com a boa aparência e os monótonos diálogos em sequência
Paganini, proteja-se os dentes de tubarões estão bem afiados
Traga um forte abraço, traga para si mesmo a fumaça deste cigarro…

Senhor Melancolia
Tu tens um estranho brilho em teus olhos
Difícil é concentra-se com as encaradas de quadrados pardos
A tua confiança sedutora ameaça-lhe a coordenação motora…

Senhor Melancolia
Deixe os cabelos ondulados dela debruçarem em liberdade
Dispo-lhe lentamente de tuas vergonhas e vestes
Teu corpo desnudo escorre fertilidade de uma pseudo felicidade…

— Senhor Melancolia, Pierrot Ruivo
Quote 15 Aug 17 notes
A caneta percorre valsando esta folha em branco.
Segue com precisão a indicação destes passos.
A caneta é o Quixote e a linha é Sancho.
O relógio espanca na terra de amores rasos.
Quando você menos vê, já foi…
Folhas secas contém o endereço.
Dos rostos fingindo serem castos.
Um seixo por um minuto de atenção
“Diga-me, qual o seu preço?”
Somos o mais novo endereço da solidão?
As paredes estão recobertas de minhas anotações.
Poesias concretistas darão significado a esta alma vazia.
A incerteza já não faz diferença.
A quem?
Tristeza pra quem?
“A todos, menos a mim”
O respirar ofegante das cortinas denota.
O inverno está bater em tua porta.
Divide-se se um novo amor bater-lhe a aorta.
Fazendo, teu sangue bombardear o suor em direção a suas mãos…
As janelas tremem com o frio.
Janelas barram a viagem de projeteis nascidos de um fuzil.
Declaro-te o meu afeto.
Declaro-me fã do teu vestido caído.
Além disso, seu beijo cálido acende-me.
Discorro um amor indevido.
Culpa de um terrível cúpido.
Em bares lotados, eu vejo dos olhos escorrer a culpa.
Depois, deparo-me com o desespero nas ruas…
Mágicos contam as contas corrompidas de seus rosários.
Todos tão tímidos, ganham o apelido de bichos do mato.
No aperto meu bom cidadão, tu és obrigado a escutar os lamentos de um afortunado avarento…
Na liberdade em que todos lhe vigiam.
Um simples esquecimento é motivo de condenamento.
O meu sonho derrama de minha mente.
Desaba em teu coração.
Germinando um novo amor.
Eu aqui, guardo este carinho secretamente.
Cavalos marinhos marcham em retirada.
Iscas de peixes, fazem-te seguir o ritmo de uma viagem antecipada.
Sóis jovens fazem enormes sombras sobre os espantalhos.
Transformando-os em cartas fora do baralho…
— Surrealíssimo! - Pierrot Ruivo
Quote 14 Aug 4 notes
Nesta terra meu caro escudeiro não existe mais dragões, até os moinhos que com bravura e ímpeto combatemos não se encontram mais aqui. Os poucos que sobraram foram desmantelados por nós dois. Não há inimigos, apenas o amor contra o nosso peito mira, mas não amor salvador, apenas tiros de festim de senhoritas travestidas de colombinas. Em qual ponto do conto transformam-nos de Frenesim? Contra nós são disparados beijos e correios elegantes, eles dizem muito para quem não sabe o que falar. Frase desconexa para quem quer conectar-se, na sintaxe de meu eu lírico. De longe lhe conheço as intenções. Valse pelas montanhas e eu lhe direi quem tu és, aguarde, ao reconhecer-te em veste de carneiro, mas sei bem quem tu és, predadora. Em tua armadilha, jamais cairei. Cuidado com as palavras lançadas meu bom escudeiro, eu sei bem que elas podem ferir e enganar como ninguém, terra que carece de almas, mas está a exportar estrategistas de todas as causas. Combatíamos dragões que cuspiam fogo, mas meu grande medo, não são as chamas, os endereços delas são meu surrado coração, na forme de paixão. O que me apavora são esses lábios, que me viciarão e depois de um piscar de olhos fugirão, deixara-me com palavras e lamentos, apenas um único e demorado beijo. Depois jamais reconhecerá a mim diante a multidão. Algumas ousam a pintar junta a mim nos retratos com ajuda da saliva e do gozo, a tela? Este vasto chão brilhante que nos reflete. Adquiri um marca-passo para marcar cada passo que este ingênuo coração dá, rumando a uma simples e breve paixão. Tudo para não sucumbir ao haraquiri. Filtros fotográficos conservam que vocês nunca foram, tire a farsa da conserva e jogue fora. Eu sonhava com o frio do inverno e ela tremia de ranger os dentes, de goles de cafés, ela sonha em possuir o verão ao toque de tuas mãos. Lutaram pela mão dela, lutaram pelo casto amor da donzela, mas ele era apenas uma disfarçada quimera, que agia com destempero quando nada lhe agradava. O vencedor, descobri esta condição, que bela premiação, levou para teu quarto o pior dos Cavalos de Troia. De lá, não saíram mil soldados, apenas um, que lhe manteve refém por um tempo e depois que se cansou, desferiu um golpe certeiro com as grandes unhas que possui, deixou-te só, afundado em lamurias, sangrando até a sua morte. Saiu pela porta, atrás de alguém que pudesse calar a fome que lhe apetece a garganta…
— Sobre Companhias, Escudeiros e Facas Em Forma De Palavras - Pierrot Ruivo
Quote 13 Aug 1 note
O morro e o asfalto úmido.
O lobo solitário e o seu uivo.
O homem branco, olha constrangido.
Mas permanece mudo.
Moço, faz do samba a sua poesia.
Tu és o cidadão que o governo esconde.
O filho da pátria bastarda, que a polícia assassina.
E a mídia silencia…
O carrasco e a própria execução.
Mil balas disparadas sem direção.
Do terceiro mundo, a única condição.
Ao primeiro mundo, a única condenação.
Tem a cor de quem aprendeu com a dor.
Delegam a ti a sua profissão:
“Na certa serás um traficante.
Com sorte, um simples ambulante”
Não se sabe quem é o teu pai.
Mas sebe que é afilhado da fome.
És tratado com o pior dos homens.
Por seu semelhante.
O senhor bem trajado.
Vestido em panos nobres e arrogância.
Ele lhe desdenha.
E você a paz desenha.
Tu és a inconstância, faz-te a multidão.
Um você, o seu irmão e mais outro irmão.
De todo este sistema fúnebre, seja a contramão.
Atordoado eu trabalho.
Não há tempo para cansaço.
Acendo um cigarro.
Para as palavras, desfaço!
Deixe-o com seus Deuses.
Não importa quem eles sejam.
Jesus.
Ou um Exu.
Onde ele pisa flores brotam do chão.
Embebedar-se com suas amarguras.
Pois ninguém quer te ouvir.
Cala-te desgraçado.
Vagabundo.
Consente, que da humanidade você é o escarro!
“Homem preto!
Você mesmo! Venhas me servir.”
Chega destas retomadas ao passado.
Sem recitações de um velho Déjà Vu
“Chama-me com educação e quem sabe eu vou…”
Qual legado aos teus queres deixar?
Se for para deixar algo homem branco, que deixes para todas as raças o teu amar…
— Apenas Uma Questão De Um Silencioso Conchavo, Não Consinta-se Com O Que A Ti É Lançado - Pierrot Ruivo
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